domingo, 27 de outubro de 2019

Last Exit to Brooklyn


A Brooklyn foi fundada em 1987 por Steve Hindy e Tom Potter, sendo uma cervejeira artesanal cuja fábrica fica em pleno coração do bairro nova-iorquino.*
Fez-me recordar um filme que se chamava “Last Exit to Brooklyn”, e que tinha uma lindíssima banda sonora de um dos meus Guitar Hero; Mark Knopfler, e por outro lado ter presente comigo o sonho de um dia conhecer a Big Apple e quem sabe com uma Brooklyn ao balcão ouvir um pouco de Blues num qualquer bar, daqueles com pouca luz que vemos na TV.
Pondo os pés na terra, ao apreciar esta Hoopy Amber Lager, gostei muito do que senti, uma cerveja com alma e aroma riquíssimo em que sobressaíram algumas notas a manga após ter sentido o amargor saboroso de uma cerveja com excelente retenção de espuma a coroar um bonito corpo de cor âmbar.
Não terá sido a última saída, mas a primeira entrada para muitas Brooklyn.

*Fonte:
https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/cerveja-artesanal-americana-brooklyn-chega-a-portugal-pelas-maos-da-unicer-221704

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Símbolo da Oktoberfest


E voltamos a Munique para falar da Spaten uma das grandes marcas da Baviera. Para começar vamos à qualidade inquestionável das cervejas Alemãs e isso diferencia-as no sabor, seja as de Trigo ou de Cevada
Produzida desde 1397 é a cervejeira civil mais antiga da região de Munique e é a cerveja que inaugura a Oktoberfest e um dos seus principais símbolos.*
Esta Spaten Oktoberfest é uma cerveja de cor amarelo claro, com uma boa e consistente formação inicial de espuma. Tem um sabor com notas cítricas e apesar do seu amargor se fazer sentir, é muito equilibrada com 5.9º Vol. de álcool a passarem perfeitamente despercebidos.

* Fonte: http://mundodacerveja.pt/marcas-spaten

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Maestranza

Maestra faz-me recordar Maestranza do mestre Manolo Sanlucar, um dos grandes nomes da guitarra flamenca. Maestranza aborda a tauromaquia. Maestranza é o nome da praça de toiros de Sevilha. E com mestria é feita esta magnífica cerveja da Mahou.

De cor âmbar e com aromas a caramelo, tem uma boa formação de espuma e um final de boca adocicado.
Com uns generosos 7.5 º de álcool é arte que se saboreia.

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Tradição familiar


Esta 1906 Black Coupage (Gosto deste nome, tem  estilo) da Estrella Galicia é um Cerveja preta algo encorpada com notas de aroma a chocolate, café e maltes tostados. 
Com um final um pouco amargo fazendo-se sentir um pouco os seus 7.2º de álcool. Formação de espuma creme mas pouco duradoura. 
Cerveja de qualidade como é apanágio e tradição da família dos Hijos de Rivera cuja receita vai passando de geração em geração, sendo melhoranda e inovando, fazendo desta marca centenária da Galiza uma referência de Espanha no mundo. 

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

A Cerveja no Campo Pequeno


Realizou-se de 3 a 6 de outubro a 3ª edição da Cerveja no Campo Pequeno. Com muitos produtores de cerveja artesanal presentes, este evento parece ter sido bem acolhido pelos amantes da cerveja e espero eu que perdure por muitos e bons anos.
Nesta edição para além da disposição de um palco ao centro para música ao vivo, o acontece pela 1ª vez notei que as grandes cervejeiras nacionais Sagres e Super Bock não estiveram presentes, levando apenas algumas marcas como a Lagunitas, a Topázio, a Onyx e a Trindade, que são representadas pela Central de Cervejas. Já a Unicer não me recordo de se fazer representar este ano com a Coruja, a 1927 ou mesmo por marcas do seu portfólio como a Brooklyn.

Desta vez preferi usar outra “estratégia” e beber apenas 10cl em cada produtor a que fui e começar por estilos mais leves e suaves, passando depois para aquelas com sabor mais acentuado, o que me permitiu experimentar e apreciar mais cervejas.
Comecei pela Sadina (Setúbal), e fui parando para provar na Velhaca (Portalegre), nos Piratas Cervejeiros (Amadora), na Post Scriptum (Trofa), na Aldeana (Montijo) onde bebi uma Coffee Stout, na RIMA (Ribatejo) onde provei uma Blond Ale de mel e Alecrim, na Trevo (Caparica) uma Capuccino Porter e na Sacarrabos (Sines).



Uma vez que tive um convite, desta vez não pude escolher o copo e deram-me um que já
tinha, assim sendo adquiri um exemplar “Teku” para a minha coleção.
Agora é aguardar que no próximo ano continue para regozijo de todos os produtores e amantes de Cerveja.

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

O segredo do Monge



E continuando nas Weissbier, aqui está uma das minhas preferidas, a tal do monge Franciscano com ar bastante satisfeito. 

A Franziskaner é uma cerveja de Trigo da zona da Baviera, com aparência turva e agradavelmente aromática, diria mesmo algo floral.


A primeira cervejeira Franziskaner é a mais antiga cervejeira privada de Munique e situa-se junto a um mosteiro Franciscano* 










Traz-me boas recordações, e esta vinha incluída num pack de comemoração da Oktoberfest que comprei num supermercado com três excelentes cervejas e uma caneca que aqui vos mostro também.

E já que estamos no mês de Outubro nada melhor que erguer a caneca e fazer um brinde.
Assim sendo Prost !

* Fonte: Site "Mundo da Cerveja"  http://mundodacerveja.pt/marcas-franziskaner-historia